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title: &quot;O que é energia eólica? Entenda como turbinas geram energia elétrica a partir dos ventos&quot;
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author: turbogdd
date: 2017-03-03T14:04:18-03:00
categories: [Uncategorized]
tags: [é, elétrica, energia, energia eólica, Entenda, geram, glauco diniz duarte, O, partir, quê, turbinas, ventos]
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# O que é energia eólica? Entenda como turbinas geram energia elétrica a partir dos ventos

[![](http://glaucodinizduartegrupogd.com.br/wp-content/uploads/2017/03/glauco-diniz-duarte-191-300x225.jpg)](http://glaucodinizduartegrupogd.com.br/wp-content/uploads/2017/03/glauco-diniz-duarte-191.jpg)Glauco Diniz Duarte De acordo com o empresário Glauco Diniz Duarte, a energia eólica é a energia cinética que existe no vento (massas de ar em movimento) e tem sua origem no aquecimento causado pela energia eletromagnética do sol (energia solar).

 A energia cinética do vento normalmente é convertida em energia mecânica por moinhos e cataventos, ou em energia elétrica por turbinas eólicas (ou aerogeradores).

 A aplicação da energia eólica em trabalhos mecânicos por moinhos e cataventos, como a moagem de grãos e o bombeamento de água, remonta à origem da utilização dessa fonte de energia pela humanidade, a qual só passou a ser considerada uma alternativa para a geração de energia elétrica a partir da crise do petróleo, na década de 70.

 Funcionamento de uma turbina eólica  
 Segundo Glauco, a energia cinética do vento é produzida quando o aquecimento das camadas de ar criam uma variação de gradientes de pressão nas massa de ar.

 As turbinas eólicas transformam essa energia cinética em energia mecânica através do movimento de rotação de suas turbinas – por meio de um gerador, ela se transforma em energia elétrica.

 As turbinas eólicas são compostas por:  
 • Anemômetro: mede a intensidade e a velocidade do vento. Funciona em média de dez em dez minutos;  
 • Biruta (sensor de direção): capta a direção do vento. A direção do vento deve sempre estar perpendicular à torre para o maior aproveitamento;  
 • Pás: captam o vento, convertendo sua potência ao centro do rotor;  
 • Gerador: item que converte a energia mecânica do eixo em energia elétrica;  
 • Mecanismos de controle: adequação da potência nominal à velocidade do vento que ocorre com mais frequência durante um período determinado;  
 • Caixa de multiplicação (transmissão): responsável por transmitir a energia mecânica do eixo do rotor ao eixo do gerador;  
 • Rotor: conjunto que é conectado a um eixo que transmite a rotação das pás para o gerador;  
 • Nacele: compartimento instalado no alto da torre composto por: caixa multiplicadora, freios, embreagem, mancais, controle eletrônico e sistema hidráulico;  
 • Torre: elemento que sustenta o rotor e a nacele na altura apropriada ao funcionamento. A torre é um item de alto custo para o sistema.  
 Prós e contras

 Glauco diz que a principal vantagem da energia eólica é que se trata de uma fonte de energia renovável e “limpa”, pois não emite os gases do efeito estufa que contribuem para a o aquecimento global, e não produz resíduos ao gerar eletricidade.

 Além disso, a fonte é considerada inesgotável e não há custos associados à obtenção de uma matéria-prima, diferentemente do que ocorre também com combustíveis fósseis.

 Os custos de implantação são relativamente baixos. A necessidade de manutenção é baixa e são criadas novas oportunidades de emprego em áreas que normalmente recebem pouco investimento.

 Uma crítica muito comum à energia eólica é referente a sua intermitência. A energia eólica depende da ocorrência de vento em densidade e velocidade ideais, e esses parâmetros sofrem variações anuais e sazonais.

 Portanto, destaca Glauco, para a energia eólica ser considerada aproveitável do ponto de vista técnico, a usina eólica (ou parque eólico) deve ser implantado em um local em que a densidade da massa de ar seja maior ou igual a 500 watts por metro quadrado (W/m²) a uma altura de 50 metros, e a velocidade do vento seja de sete a oito metros por segundo (m/s).

 No entanto, a construção de um parque eólico não pode partir apenas do atendimento a fatores técnicos relacionados à disponibilidade dos ventos. O procedimento também requer a realização de Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), que servem para definir a melhor localização não somente do ponto de vista estratégico, mas também em termos socioambientais.